| Na hora de comprar uma geladeira, o consumidor geralmente fica atento a características como dimensões, preço e recursos para facilitar o uso e aumentar a eficiência na conservação de alimentos. Mas existem também aspectos importantes que podem passar despercebidos - como, por exemplo, se a geladeira utiliza gases prejudiciais ao meio ambiente.
Pouca gente sabe, mas a maioria das geladeiras comercializadas no Brasil ainda não atende às normas ambientais praticadas na maioria dos países desenvolvidos. Até os anos 90, as geladeiras brasileiras utilizavam o gás CFC (clorofluorcarbono). A partir da década atual, a indústria brasileira substituiu o CFC pelo HFC (hidrofluorbutano). No entanto, segundo especialistas, a mudança apenas substitui um dano ambiental por outro: enquanto o CFC destrói a camada de ozônio, o HFC contribui para o agravamento do efeito estufa.
Para solucionar de vez essa questão, a Bosch lançou este ano no Brasil o refrigerador Glass Line KSV 43. O modelo é o primeiro 100% livre de gases prejudiciais ao meio ambiente. O segredo do sistema está na utilização do gás isobutano R600, encontrado de forma natural na atmosfera, sendo inofensivo ao equilíbrio ecológico. Atualmente, grande parte dos países desenvolvida já utiliza o isobutano na fabricação de geladeiras.
Além de não agredir o meio ambiente, o novo refrigerador da Bosch oferece ainda atrativos tecnológicos que visam aumentar a eficiência na refrigeração de alimentos. O principal deles é o Dynamic Cooling, sistema que faz circular o ar dentro dos compartimentos, ajudando a manter a temperatura mais uniforme. O modelo traz ainda prateleiras de vidro, que facilitam a limpeza e dão um aspecto diferenciado ao visual do refrigerador.
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